terça-feira, 22 de novembro de 2011
As tecnologias digitais podem substituir o papel?
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Mídia-educação/Alfabetização midiática: As mídias como um novo dispositivo educacional
Alunas : Fernanda Ubeda, Laura Conti, Laura Loiola e Larissa Souza.
Mídia-educação/Alfabetização midiática: As mídias como um novo dispositivo educacional
Laura Conti*
As mídias hoje não só mediam nossas formas de socialização e transmissões simbólicas, mas também agem como objetos importantes nas nossas práticas socioculturais, principalmente nas construções de significados e da nossa percepção de mundo.
É perante este contexto, que a Mídia-Educação surge como um importante dispositivo educacional, cujos principais objetivos são contribuir para que a sociedade da informação seja participativa, plural e inclusiva. Pensando nas tendências atuais, e principalmente nos papéis da escola diante deste cenário do qual as mídias estão onipresentes, que procuraremos esclarecer melhor sobre os princípios da alfabetização midiática.
A Mídia-Educação é considerada um campo de estudos relativamente atual, que segundo Bévert e Belloni (2009), tem muitas dificuldades para se consolidar. Dentre as principais dificuldades, as autoras colocam como a mais relevante a sua pouca importância na formação inicial e continuada de professores e, a esta dificuldade maior, também outros obstáculos se inserem como relevantes:
i) a ausência de preocupação com a formação das novas gerações para a apropriação crítica e produtiva das novas tecnologias da informação e comunicação (TIC); ii) indefinição de políticas públicas e insuficiência de recursos para ações e pesquisas; iii) confusões conceituais, práticas inadequadas, ‘receitas prontas’ para a sala de aula, em lugar da reflexão sobre o tema na formação de educadores; iv) influências de abordagens baseadas nos efeitos negativos das mídias que tendem a baní-las da educação, em lugar da compreensão das implicações sociais ,culturais, educacionais; v) integração das TIC à escola de modo meramente instrumental, sem a reflexão sobre mensagens e contexto de produção. (BÉVERT e BELLONI, 2009, p. 1083).
Ainda segundo as autoras, a Mídia-Educação é um campo ambivalente na medida em que aborda conhecimentos teóricos e práticos exigindo para sua compreensão abordagens interdisciplinares. É também um campo técnico de mediação essencial nas vidas das novas gerações, visto que crianças e jovens estão cada vez mais envolvidos e inseridos na sociedade da informação. Desta maneira, as mídias, ou melhor, os dispositivos comunicacionais das tecnologias da informação e comunicação (TICs) é um grande concorrente da escola e da família, mesmo agindo de modo desigual, seja real ou virtual.
As TICs, integradas na formação de crianças e jovens no âmbito escolar, têm como importante função contribuir para que esta concorrência seja “saudável” do ponto de vista da educação crítica, menos desigual e eficiente na formação de indivíduos competentes.
A recepção e produção crítica para a mídia devidamente tratada dentro do ambiente escolar traz inúmeras contribuições, principalmente no encaminhamento de respostas que possam ser válidas ao desenvolvimento do consumo cultural reflexivo, questionador e educativo, que implica de forma direta na construção de uma sociedade cidadã.
Olhar criteriosamente todas as mídias significa, na área da educação, abrir espaços para um novo método de ensinar a analisar e a levantar hipóteses que remete a que o trabalho educativo nas escolas se direcione para a chamada alfabetização midiática.
Neste século são estes os encaminhamentos da educação, do mesmo jeito que não podemos fazer que nossa prática seja pautada unicamente no passado, também não podemos pensar que a alfabetização midiática deva se iniciar no Ensino Superior, ou na Educação Infantil e depois durante Ensino Fundamental e Médio se prevaleça o ensino conteudista. É preciso um processo de ensino. É importante que as crianças e jovens possam expressar suas idéias, e quando não são estimuladas para tal, o mais comum é que elas não saibam o que fazer se perdem e se calam frente a uma questão em que seja prioridade dar a sua opinião.
Pensar novas possibilidades, fazer a nossa história, este é o ponto, não deixar que isso morra é essencial, é disso que falamos, fazer dos desconfortos visíveis, até mesmo das subjetividades, é este espaço que as novas gerações precisam, falo de espaço porque as crianças e jovens hoje já tem a postura de se expressar, de interessar pelo novo, pelo desafio, o que falta é espaço nas aulas, e responsável por este espaço somos nós os professores, ou educadores e melhor ainda: os mediadores do saber.
*Discente do curso de Pedagogia da PUC-MG, campus Poços de Caldas (texto parte de monografia)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Redes Sociais e Educação
REDES SOCIAIS E EDUCAÇÃO
Tecnologia e Educação
Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.
Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.
De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.
Redes Sociais
Redes de relações são inerentes às atividades humanas. Se pensarmos no nosso cotidiano, com o foco nas relações que sustentam nossas rotinas, veremos emergir conjuntos de redes. Pense na teia de relações que você tece na sua vida escolar: professores, colegas, o cara do ônibus ou metrô, o vendedor de passes, a servente da escola etc. Pense na rede de relações que você estabelece para abastecer a casa, comprar vestimentas, na sua vida profissional. Sua rede de afetos: as pessoas que você ama. Perceba como todas as suas atividades dão origem a redes de relações. São redes espontâneas, que derivam da sociabilidade humana. Estão aí o tempo inteiro, apenas não costumamos focar nosso olhar sobre elas, vendo-as como um sistema vivo e dinâmico, mas são elas que dão sustentação às novas vidas e a produzem diariamente.
O que diferencia as redes sociais das redes espontâneas é a intencionalidade nos relacionamentos, os objetivos comuns conscientes, explicitados, compartilhados. Sites como o Facebook e o Twitter estão por toda a parte, atualmente. Você ouve falar em tweets e em postar em murais.
Grosso modo, redes sociais são um meio de se conectar a outras pessoas na internet. Os sites de redes sociais geralmente funcionam tendo como base os perfis de usuário - uma coleção de fatos sobre o que um usuário gosta, não gosta, seus interesses, hobbies, escolaridade, profissão ou qualquer outra coisa que ele queira compartilhar.
Geralmente, esses sites oferecem vários níveis de controle de privacidade. Por exemplo, o Facebook permite que outras pessoas encontrem o seu perfil, procurando pelo seu nome ou endereço de email, mas você pode proteger as informações particulares do seu perfil de qualquer um que você não tenha aprovado especificamente. No Twitter, você pode definir que suas atualizações sejam particulares, podendo ser vistas apenas pelas pessoas que você aprovar. O objetivo das redes sociais é juntar um grupo de pessoas com quem você esteja interconectado por um ou mais fatores.
Redes Sociais e educadores
É grande a preocupação por parte de pais e educadores quanto ao mau uso das redes sociais por crianças e jovens, que podem desencadear muitos fatores negativos na vida destes. A partir disso, os educadores têm a oportunidade de trabalharem no contexto escolar os cuidados necessários ao acessar sites de relacionamentos. Além disso, os docentes podem articular as redes sociais ao processo de ensino-aprendizagem, utilizando e indicando sites que facilitem e complementem a assimilação dos conteúdos trabalhados nas aulas.
É inegável que muitos dos professores, além de não ter acesso, não tem preparo e não sabem lidar com as novas tecnologias, como a internet, o que gera muitos empasses para a educação.
Redes sociais e educação
A utilização das redes socias na educação ainda causam muita polêmica. Algumas escolas proíbem o acesso dos estudantes com o intuito de protegê-los de eventuais problemas. Mas deve-se levar em conta, que todos precisam aprender a utilizar esses recursos de forma adequada, responsável, que não coloque em risco a sua segurança e a escola não deve se furtar dessa tarefa.
As redes sociais podem ser utilizadas para:
- Criar uma comunidade de aprendizagem para a escola, classe ou disciplina
- Compartilhar informações e idéias com outros profissionais e especialistas nos temas que estão estudados pelos alunos em sala de aula
- Aprender sobre redes sociais
- Criar um canal de comunicação entre estudantes de diferentes escolas e com interesses em comum
REDU
O REDU (Rede Social Educacional) é uma rede social que funciona como uma plataforma de ensino a distância, na qual professores, alunos, escolas, podem interagir e trazer a tecnologia das redes socias para o processo de ensino e aprendizagem. Acesse: www.redu.com.br
REFERÊNCIAS:
http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria
http://edu20.wikidot.com/redes-sociais
http://www.natanaeloliveira.com.br/a-historia-das-redes-sociais/
http://h30458.www3.hp.com/br/ptb/smb/941786.html
http://redessociaisuneb.blogspot.com/
Seminário apresentado em: 27/10/11
Grupo: Aline Juliane do Lago, Danielle de Almeida Cardoso, Glaziela Aparecida Franco, Patrícia Fernanda de Oliveira, Raissa Louise Reche.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A Última Música

Esse livro foi escrito por Nicolas Sparks. Conta a hstória de uma menina, Verônica Miller ou Ronnie como era chamada pelos amigos, adolescente, filha mais velha de um casal divorciado. O pai, desde o divórcio decide morar na Carolina do Norte. Três anos após o divórcio ela continua magoada e culpando o pai de sua vida estar um desastre. Quando chega as férias de verão sua mãe resolve levar Ronnie e seu irmão caçula para passarem essa temporada com o pai. O pai é um pianista, ex-professor de piano e uma pessoa humilde. Ronnie é ex- pianista, deixou o piano com a separação dos pais. E desde esse acontecimento, Ronnie se determina a tornar a vida dos pais um inferno.
Ronnie vai contra sua vontade para a casa de seu pai e ao chegar lá trata o pai sempre com frieza e com poucas palavras. No ínicio tudo na Carolina do Norte era razão para que Ronnie reclamasse. Ao desenroloar a história Ronnie arruma amigos, um amor e sua relação com seu pai deixa de ser fria, ela passa a conversar aos poucos com ele. Até o dia em que ela resolve ouvir a versão de seu pai sobre a separação, e logo em seguida descobre que seu pai está com câncer.
Daí então ela se dedica ao seu pai, volta a tocar piano, termina de compor a música que seu pai estava compondo e cuida dele até sua morte.
Com a doença e morte do pai Ronnie reflete bastante sobre sua vida e seus valores e decide então deixar toda sua rebeldia e viver a vida olhando mais para o próximo e de forma mais "comportada".
Esse livro é um romance que acaba nos fazendo refletir muito para pequenos detalhes da vida e quais valores temos nos importado.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
O poder do AGORA

Corrida do sucesso
John C. Maxwell, o maior treinador de líderes da atualidade, passou os últimos dez anos pensando em escrever este livro. O livro de ouro da liderança descreve uma jornada que começou em 1964, quando ele tinha 17 anos. Aos 22, Maxwell assumiu seu primeiro cargo como líder. Aos 29, convenceu-se de que tudo começa e termina com a liderança. Juntamente com essa crença, desenvolveu uma paixão: a de estudar e ensinar sobre o assunto.
As lições passadas por Maxwell em O livro de ouro da liderança são fundamentadas em suas experiências pessoais, ao longo se toda a sua vida como líder. Seus conselhos são importantes na escalada em busca da liderança. Cave a sua pepita de ouro e descubra como se tornar um grande líder.