Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final sobre os judeus. Também não faz ideia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar e nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca e para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças, Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O Menino do Pijama Listrado
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final sobre os judeus. Também não faz ideia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar e nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca e para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças, Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. Livro: Mulheres de Cabul
Aproveitando a contribuição da Raísa com a postagem sobre o livro "A Cidade do Sol", indico à todos o livro "Mulheres de Cabul". A temática é a mesma, porém, não se trata de um romance, o livro é resultado da experiência da jornalista Harriet Logan que visitou o Afeganistão para ouvir e fotografar dezenas de mulheres durante o regime Taleban e depois dele.
Ensaio sobre a cegueira
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
A Cidade do Sol - Khaled Hosseini
A Cidade do Sol conta a história de Mariam e Laila. Mariam tem 33 anos e viveu metade de sua vida num casebre isolado, distraindo-se com as flores, os mosquitos e as pedras de um riacho. Quando ela tinha 15 anos, sua mãe morreu e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Na grande cidade, Mariam cumprirá seu destino de mulher: servir ao marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos.
- "Pode contar seus segredos ao vento, mas, depois, não vá culpa-lo por contar tudo ás árvores."
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Os fazeres na Educação Infantil
sábado, 20 de agosto de 2011
Economista israelense dá as dicas sobre educação
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
A Menina que Roubava Livros
Gosto deste livro porque a morte narra a história de Liesel Merminger, uma garotinha consegui tapear a morte por três vezes. Impressionada, a ceifadora de almas decide nos contar sua trajetória, pois, como ela mesma diz, em seu ramo de trabalho, o único dom que lhe salva é a distração, pois mantém sua sanidade.
Este livro é um retrato da Alemanha Nazista, as cores, os desenhos, as palavras, os livros, as aventuras vividas por Liesel e Rudy, amizades construídas sobre a dor, a miséria, a luta pela sobrevivência, como a da garota e seu pai adotivo, Hans, e a da menina com Max, um judeu que cruza sua vida e a marca definitivamente. E a partir deste judeu o autor tece o panorama desta época sombria, compondo os contornos cada vez mais macabros e dolorosos, no entanto permeados por aventuras infantis e sentimentos nobres.
Esta narrativa é apenas uma entre as que a Morte poderia contar, pois foi escolhida no acervo de experiências que ela transporta em si, ela tenta compreender a natureza humana e a importância de sua existência. Entretanto Liesel também está em uma busca constante pelo sentido da vida, em meio à miséria, à morte e à destruição. Nesta busca pela compreensão da essência da vida, a garota é guiada pelas palavras, que coincidentemente ou não as palavras a perseguem desde sua primeira perda, a do irmãozinho que ela vê morrer a seu lado, em um trem no qual é levada para uma nova vida.
Nota-se que o autor Markus Zusak destaca neste romance a importância das palavras em um dos momentos mais dolorosos já vividos pela Humanidade. Palavras que constroem e destroem, que Liesel ama e odeia. As cores também se sobressaem nesta história que se passa na época do Nazismo, em plena Alemanha hitleriana, narrada por ninguém menos que a Morte. Aliás, a morte tem um jeito bem peculiar de interpretar as lembranças de Liesel, gravadas em seu diário na verdade um livro, no qual a menina se reconcilia com as palavras e grava a essência de sua existência, perdido durante a Guerra e resgatado pela Morte, que o traduz ao leitor.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Daniel Piza
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Usando Tecnologia para Instrução em Sala de Aula que Realmente Funcione
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O professor será necessário?
Afinal, não é para isso que ensinamos, para dar independência intelectual aos alunos? E se os ajudássemos tanto que eles não precisassem mais dos professores? Não seria este o ápice da realização do professor? Não seria esse o seu nêmesis? Em meu princípio está meu fim, como dizia T. S. Eliot...
Site Techtudo
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Livros nada rasos
Quem já muito leu, leu coisas boas e coisas ruins. Espero que a maioria seja de bons livros. Há livros superficiais, que lemos como uma revista em quadrinhos. Mas há também livros profundos, que nos cortam ao meio quando nos identificamos com a história, com os personagens, com as situações. Quais foram os livros profundos que leram e os marcaram? Vamos ver se todos postam pelo menos uma obra aqui. O último grande livro que li foi As Benavolentes, de Jonathan Littell, prêmio Goncourt de ficção na França. Foi um estardalhaço na Europa, mas parece que agora se agora esqueceram um pouco dele. Trata-se das memórias de um ex-oficial da SS durante a tentativa nazista de estabelecer o III Reich. Desencavou alguns esqueletos esquecidos e ódios tolerados, feridas abertas da Europa desunida. Quase mil páginas. Impressionantemente humano e assustadoramente monstruoso, denso e longo. Tipo do livro bom.