Raso demais é um blog sobre a superficialidade do ensino e aprendizado atual. O nome é inspirado no livro The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains, de Nicholas Carr, que ficou na lista final do Prêmio Pulitzer de 2011. Depois comento mais sobre o livro...
Agora vai! Em seu livro, Nicholas Carr argumenta que o tipo de leitura que fazemos na internet, extremamente rápido, em que escolhemos os links que vamos seguir em alguns segundos, em que não fixamos os olhos, não lemos mais de um parágrafo continuamente, corremos os olhos pelas notícias, absorvemos as informações superficialmente, etc... não apenas desfavorece o aprendizado, mas nos acostuma a este tipo de leitura, alterando o comportamento de nosso cérebro face à leitura, dificultando a concentração em textos longos e profundos. Ou seja, o tipo de leitura na navegação na internet desfavorece o aprendizado, a retenção de informações, etc... O autor fornece diversos casos e exemplos para ilustrar sua tese. Cita inclusive o livro do Norman Doidge, The Brain that Changes Itself, que fala da neuroplasticidade do cérebro humano e de como ele se acostuma a realizar tarefas a partir da execução repetitiva.
Tocando em miúdos: a tecnologia pode fazer um desfavor na educação. Principalmente em crianças, que podem estar sendo preparadas para nunca lerem um livro de cabo a rabo.
Antes de justificar o blog, vão notícias importantes de anteontem (17/07/2011) e ontem (18/07/2011).
Agora vai! Em seu livro, Nicholas Carr argumenta que o tipo de leitura que fazemos na internet, extremamente rápido, em que escolhemos os links que vamos seguir em alguns segundos, em que não fixamos os olhos, não lemos mais de um parágrafo continuamente, corremos os olhos pelas notícias, absorvemos as informações superficialmente, etc... não apenas desfavorece o aprendizado, mas nos acostuma a este tipo de leitura, alterando o comportamento de nosso cérebro face à leitura, dificultando a concentração em textos longos e profundos. Ou seja, o tipo de leitura na navegação na internet desfavorece o aprendizado, a retenção de informações, etc... O autor fornece diversos casos e exemplos para ilustrar sua tese. Cita inclusive o livro do Norman Doidge, The Brain that Changes Itself, que fala da neuroplasticidade do cérebro humano e de como ele se acostuma a realizar tarefas a partir da execução repetitiva.
Tocando em miúdos: a tecnologia pode fazer um desfavor na educação. Principalmente em crianças, que podem estar sendo preparadas para nunca lerem um livro de cabo a rabo.
Antes de justificar o blog, vão notícias importantes de anteontem (17/07/2011) e ontem (18/07/2011).
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